Edição 19 Revistas

Turismo é uma das melhores alternativas econômicas para Parauapebas, afirma Gesmar Costa

Nos últimos anos o turismo tem sido muito discutido em Parauapebas como uma das alternativas de matrizes econômicas para o município, já que a Floresta Nacional de Carajás representa um grande percentual da área territorial da cidade e conta com riquezas naturais até então desconhecidas.

“Na época em que eu estive à frente da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), de Parauapebas, participei de várias reuniões sobre o potencial do turismo na cidade com o pessoal do Cooperture e do conselho, inclusive dali surgiu o apoio para a produção de um vídeo mostrando um pouco das riquezas naturais da cidade.

Desde então tenho por certo que investir na fomentação do turismo é um dos caminhos mais assertivos, pois esta será, em minha opinião, a principal matriz econômica do município”, informou Gesmar Costa. “Além das águas termais, no Garimpo das Pedras, onde também pode ser desenvolvido o polo de joias e semijoias, para agregar mais ainda ao turismo, tem todo o potencial da Floresta Nacional de Carajás, onde podem ser realizadas pesquisas científicas e ampliada a questão do extrativismo, tudo isso vai gerar visibilidade da região. O Jaborandí, por exemplo, que é extraído de Carajás, é levado para o Ceará, de onde extraem material e encaminham para a Alemanha para fazerem o colírio do Glaucoma”, destacou o deputado.

Ações atuais
Desde a abertura da Portaria de Acesso à Carajás para o público, por meio do Departamento de Uso Público do ICMbio, a comunidade teve direito de conhecer um pouco mais das riquezas naturais da Floresta Nacional (FLONA) de Carajás. Há alguns anos foi criada a Cooperativa de Ecoturismo de Carajás (Cooperture) que capacita guias turísticos e conduz grupos de interesse em conhecer algumas trilhas como a Lagoa da Mata e Cachoeira de Águas Claras.

Durante esse passeio dentro da FLONA, os visitantes são alertados sobre a importância da preservação do meio-ambiente e conhecem a Flor de Carajás, endêmica da região, e o ninho do Harpia, o famoso Gavião Real. Apesar de toda essa riqueza, ainda há muita necessidade de se investir no segmento turístico para transformar Parauapebas em uma rota desejada.

É preciso ainda mais capacitação do chamado trade turístico, os estabelecimentos que recebem o turista, como a rede hoteleira, restaurantes e taxistas. Também é preciso estruturar alguns pontos que ficam fora da Floresta, como o Garimpo das Pedras, com sinalização e outros equipamentos para receber bem os visitantes.

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